Foto: Divulgação
Raylander Mártis, com a colaboração das atrizes Jô Arllen e Vidrynha (São Paulo/SP e Belo Horizonte/MG)
SINOPSE
Para a performance a artista convida duas atrizes ou circenses, ambas pessoas transvestygêneres racializadas, para encenar, de forma mambembe, um tableau vivant de Abaporu (1928), obra da pintora Tarsila do Amaral. Ao passo em que ocorre a encenação improvisada de Abaporu, a artista faz a leitura de um texto dramatúrgico, que estabelece um cruzamento entre a Semana de Arte Moderna, o século XX, a mestiçagem como projeto de apagamento das negritudes, a escatobiografia, a presença colonial, as dissidências do sul e sua própria história de origem. A ação performática propõe um exercício de análise crítica sobre a semana heróica de 1922 e projeta para o futuro uma preparação coletiva, cujo objetivo é não comemorarmos o primeiro centenário da Semana de Arte Moderna em 2022.
FICHA TÉCNICA
Criação, concepção e dramaturgia: Raylander Mártis | Atriz convidada: Jô Arllen | Atriz convidada: Vidrynha | Duração: 30 min | Classificação livre


